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Guilherme Vaz

Guilherme Vaz

"Me considero da e na "Escola do rio" na musica, no cinema e na arte . Em todos os niveis independente dos pontos anteriores que passei, isso tem * uma *  posiçao , uma logica própria, uma filosofia . " 
Guilherme Vaz nasceu em Araguari (MG) em 1948. Seu interesse por música veio da infância, quando descobriu o que era improviso: “O ensino tradicional da arte tenta tornar o sujeito e o objeto uma coisa só, assim todos querem pintar como Goya, e nunca conseguem ser eles próprios. Só tem valor linguístico aquilo que parte do eu real , do ponto em que esta o autor e a obra .”
“Minha formação mais marcante se deu na Universidade de Brasília, tal como foi formulada por Darcy Ribeiro, seu primeiro reitor. Ele reuniu o que havia de mais avançado no Brasil. Essa formação é a origem do meu perfil essencial. Em 1964, a universidade foi violentamente extinta pelo regime militar. Antes de ir para o Rio, estive na Universidade Federal da Bahia (UFBA), com Walter Smetak, que influenciou muito os tropicalistas, como Caetano e Gil. Ele nos ensinava a fazer instrumentos. Foi uma grande experiência. Em 1968, criei a Unidade Experimental no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, com Frederico Morais e Cildo Meireles. Conheci Bressane nessa época.”
“O regime militar transformou os currículos e mudou o ensino musical no Brasil. As universidades formam técnicos restritos à partitura. Não há estímulo para criar. Existem departamentos de música que formam compositores que nunca leram Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa.”
A arte conceitual estava se tornando formal então fiquei oito anos com a tribo Gavião, de Rondônia É uma humanidade nova, eles vivem num eterno presente, numa vida simbólica.. Há em mim agora uma lentidão e uma certa serenidade que vem da vivência com o mundo indígena. É um conceito diferente do mundo branco, que não tem tempo para observar a arte do jeito que ela precisa ser apreciada, * com dedicaçao *.
*O * Cinema do Rio tem um marco TECNICAMENTE  muito importante,  sua trilha do  filme "Fome de Amor " de Nelson Pereira dos Santos , é o primeiro filme do Rio que usou  musica concreta e experimental  como musica original  , assumindo  *o ruido como linguagem * ."Isso eu devo ao Nelson Pereira dos Santos, outros nao teriam permitido", naquele momento do cinema.

Trabalhos em destaque para cinema:Uma estreita e prolífica relação com Julio Bressane, lhe rendeu um prêmio de melhor trilha sonora no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro:(2003)“Filme de amor” além de " Erva do Rato " , "Cleopatra "  e " O Anjo Nasceu " [esse destacando o conjunto de Edson Machado com Ion Muniz] entre outros.(1968) "Fome de amor”, de Nelson Pereira dos Santos. (1974)“A rainha diaba”, de Antônio Carlos Fontoura, (2003)“Nosenaonos”, de Sergio Bernardes. (2005)“O veneno da madrugada”, filme de Ruy Guerra, baseado em “La mala hora”, de Gabriel García Márquez. (2010 ) "Tamboro " , de Sergio Bernardes, prêmio dePremio Especial do Juri " , " Melhor Edição", do Festival do Rio.
7 prêmios de melhor musica no festival de brasilia de cinema, todos com filmes do Rio de Janeiro.

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